Foto: Acervo Pessoal Júlia Alvarenga
Post patrocinado
28/02/2018 | 3 comentários

10 coisas que ninguém te conta sobre intercâmbio

Há dois meses estou imersa no universo dos intercâmbios. Encontrei um parceiro bacana que me escolheu para escrever sobre alguns países para o seu novo site e fiz entrevistas com 10 jovens que passaram um período no exterior, enquanto cursavam o ensino médio. 

Gente que morou em países da América e da Europa. Meninos e meninas de escolas diferentes e com aspirações diferentes, que repetiam frases parecidas durante nossas conversas: “Como eu mudei” ou “Como eu amadureci”.

Descobri que aprender um novo idioma ou evoluir no inglês é o menor dos benefícios para essa garotada. E percebi, pelas histórias que me contavam, que um intercâmbio é uma das experiências mais transformadoras que alguém pode ter na vida.

Você que está pensando em fazer, ou que está analisando se vale a pena deixar seu filho embarcar nessa aventura, deve ter muitas dúvidas. Me associei à Central do Estudante para esclarecer mitos e descobrir verdades.

A agência tem mais de 20 anos de experiência no assunto e coragem suficiente para falar não só do que há de positivo, mas também sobre o que pode ser complicado para quem quer estudar fora do Brasil. Veja agora 10 coisas que ninguém te conta sobre intercâmbio:

 

1 – Não dá para escolher a família com quem o estudante vai morar

Mesmo quando os anfitriões recebem ajuda financeira para acolher o intercambista, quem hospeda é que escolhe o hóspede.

O máximo que os candidatos conseguem fazer são solicitações relacionadas a problemas de saúde (como alergias ou restrições alimentares).

Fora isso, é preciso passar informações detalhadas (do que gostam de fazer, de comer, como é a família no Brasil, o que esperam…) num dossiê que é montado depois da escolha do país e da matrícula. Nele, também vão ser anexadas fotos e cartas dos pais, do próprio aluno e dos professores.

A partir desse dossiê, o parceiro da Central do Estudante no país de destino seleciona famílias com semelhanças de perfil e usa esse material para fazer com que essas famílias se interessem pelo estudante.

Clara Bucater passou um ano na Bélgica e encontrou anfitriões muito acolhedores.

Eles sempre respeitaram a minha cultura, tentaram entender, por exemplo, porque eu faço tal coisa, sempre tentaram me agradar muito.”

A sintonia foi tanta que os ‘pais’ belgas de Clara vieram ao Brasil no começo deste ano.

Clara abraçada ao pai belga, que segura uma gata no outro braço e está do lado da mãe belga. Blog Vem Por Aqui

Conversei com Philippe e Danielle Petry e ele me garantiu que a felicidade é mútua.

É uma experiência maravilhosa! Nós descobrimos um novo país e ganhamos uma filha.”

A alternativa para quem não quer se hospedar numa casa de família são os colégios internos. Maria Vitória Mourão está morando na Suíça e estuda num colégio americano em Lugano. Está tão feliz que nem pensa em voltar.

É um lugar ótimo, não tenho do que reclamar.”

2 – Quem paga menos não escolhe a cidade

No caso dos intercâmbios com bolsa (que custam a metade do preço de um programa sem esse tipo de auxílio) não é possível escolher a cidade onde o adolescente vai viver.

Clara morou em Verlaine, no interior da Bélgica, mas soube fazer do seu limão uma limonada.

Eu acho que o saldo é completamente positivo, a escolha do país não podia ter sido melhor. Sofri um pouquinho numa cidade pequena, mas até isso tem o lado bom, é algo que eu nunca tinha experimentado.”

Tomás Ayres viveu em Irymple, uma cidadezinha de 15 mil habitantes na Austrália, mas afirma que, apesar de não ser grande, o local tem uma boa infraestrutura.

Há parques e um rio onde os moradores pescam, nadam e andam de barco.

É preciso estar aberto para experiências novas, quem quiser ficar só na mesmice, não adianta ir.”

Os bolsistas têm que aceitar o destino que for definido pelo programa e a escola designada, além de não poderem escolher atividades extracurriculares.

3 – Não dá para trocar de família sem um bom motivo

Muita gente acha que pode trocar de casa quantas vezes quiser durante o intercâmbio, mas não é assim que funciona. Para mudar de família, o estudante tem que apresentar questões irreconciliáveis.

O diretor comercial da Central do Estudante, Fernando Passos, diz que o choque cultural e os conflitos de personalidade são os maiores problemas enfrentados pelos intercambistas, mas é justamente esse embate que faz o estudante crescer e aprender a conviver com diferenças.

Mariana Miarelli morou em Auckland, na Nova Zelândia e adorava a família com quem estava hospedada, mas como tinha ‘irmãs’ pequenas, mesmo respeitando o horário de voltar para casa à noite, acordava as meninas, o que gerava conflitos com a ‘mãe’ neozelandesa.

Mariana, as irmãs e a mãe neozelandesa Blog Vem Por Aqui

Num primeiro momento, ela pensou que a melhor solução era buscar outra família, mas foi orientada pela Central a dialogar com os anfitriões e resolveu a questão.

Tiago Batista passou cinco meses em Enis, na Irlanda.

Tiago e os colegas da aula de Química em frente à escola segurando uma bandeira Blog Vem Por Aqui

O estudante sofria quando a ‘mãe’ irlandesa desligava a rede elétrica que alimentava o chuveiro para diminuir o tempo do banho. Nem por isso quis mudar.

Você também tem que ser paciente, tem que ter compreensão dos dois lados.”

Os pais de Júlia Janotti autorizaram a estudante a viajar sozinha pela França enquanto fazia o intercâmbio, mas a família francesa com quem ela se hospedou tinha medo de deixá-la só.

Pai, mãe, irmão e irmão belga e Júlia no canto da foto Blog Vem Por Aqui

Júlia aceitou a proibição, manteve o carinho pela família e ainda dá uma lição de maturidade.

Eu acho que, mesmo se estiver em dúvida, a pessoa tem que ir, porque é uma experiência que só tem a enriquecer. Tanto se você se der muito bem com as pessoas, até mesmo se você não se der bem, porque na vida vão ter situações de todos os tipos. Então, é muito bom para você saber lidar com coisas que não está acostumado.”

4 – Os Estados Unidos não são para todo mundo

Antes de definir um país e um programa, o intercambista tem que pesquisar bastante sobre o destino. Quem sonha com a imensidão de Nova Iorque ou as diversões de Orlando, vai ficar frustrado numa cidade de 10 mil habitantes no interior dos Estados Unidos.

Ônibus escolares americanos Blog Vem Por Aqui

Além disso, famílias americanas costumam ser mais rígidas em relação a saídas noturnas ou o nível de independência que permitem aos intercambistas do que, por exemplo, as famílias canadenses.

Para definir a melhor opção, o candidato passa por uma entrevista de perfil na Central do Estudante e os consultores avaliam qual o melhor local para cada um.

Fernando diz que já deixou de vender pacotes para clientes que, pelo perfil, teriam dificuldades com o destino ou o tipo de programa escolhido. E conta que as escolhas erradas são motivo de problemas durante o processo. O aluno cria expectativas irreais sobre o tipo de vida que vai ter e fica muito frustrado.

Camila Gonzaga morou em Mansfield, nos Estados Unidos. A série High School Musical foi uma das motivações para que ela fizesse intercâmbio e, apesar de ter sido líder de torcida na escola e ter participado de celebrações tipicamente americanas, como o Halloween, afirma que a realidade é bem diferente da ficção.

Camila colhendo abóbora, com a equipe de líderes de torcida, em frente ao letreiro com o nome da escola e no baile de formatura Blog Vem Por Aqui

Ainda assim, Camila acredita que escolheu o país perfeito, mas tinha dentro da própria casa um exemplo de frustração. Além dela, o casal que a hospedou também estava com uma intercambista tailandesa, que não se comunicava muito com a família e passava mais tempo no telefone, com os amigos do país de origem, do que aproveitando as experiências de onde estava.

5 – Nem sempre é preciso saber o idioma local

Nos intercâmbios com bolsa para países de língua inglesa é preciso saber se comunicar bem no idioma e conseguir acompanhar as aulas. Já nos intercâmbios pagos, o aluno não precisa saber inglês, só vai ter que cursar aulas específicas do idioma, além das matérias convencionais.

Em países como Alemanha, Bélgica, França e Holanda não é exigido que o intercambista tenha proficiência na língua nativa. Ele tem que ter um conhecimento básico do idioma local e é recomendável que fale inglês.

Lino Maldonado viveu em Bad Wimpfen, na Alemanha.

Lino sentado numa mureta na cidade onde morava, olhando casas em estilo alemão Blog Vem Por Aqui

O estudante se virava bem, apesar de falar muito pouco alemão.

A maior insegurança, geralmente, é por causa da língua, mas não tem problema, quem te recebe sabe das dificuldades. Eles estão abertos a te ajudar e muitos falam inglês.”

Quem quiser se preparar melhor, pode ir um pouco antes de começarem as aulas do ensino médio e fazer um superintensivo no idioma.

6 – Intercâmbio não é terapia corretiva

Pais de filhos com problemas de comportamento e transtornos psíquicos ou alimentares, às vezes, se iludem achando que um período fora do país, e sob os cuidados de outra família, pode resolver questões complexas desses adolescentes.

Se, por um lado, o intercâmbio faz amadurecer, por outro, não faz milagres.

Existem quatro regras básicas que têm que ser seguidas por todos, com risco de expulsão para quem descumprir as três primeiras.

Círculo vermelho com traço no meio e, à frente, a expressão em inglês Don't

Não é permitido beber, usar drogas, dirigir, nem é aconselhável que os jovens se envolvam em relacionamentos amorosos muito sérios.

Os intercambistas também são amplamente acompanhados, tanto pela Central do Estudante (que faz contato mensal com cada um e mantém um WhatsApp para atender demandas mais urgentes), quanto pela agência local e pelas famílias do Brasil e do exterior. Ainda assim, eles não podem ser monitorados 24h e as regras de cada anfitrião (assim como a permissão para que tenham mais ou menos independência) variam.

É importante lembrar que os países desenvolvidos também têm políticas rígidas para infrações legais e os jovens podem responder judicialmente pelos desvios que cometerem lá fora.

Mesmo em colégios internos, há uma dose de liberdade que precisa ser administrada por cada um. Segundo Maria Vitória Mourão, a instituição em que ela estuda, na Suíça, permite que os alunos saiam sozinhos durante os períodos sem aulas e sem estudo.

Complexo do colégio com vários prédios, visto do alto Blog Vem Por Aqui

No TASIS, colégio de Maria Vitória na Suíça, há regras, mas também há iberdade

Nos fins de semana é possível chegar até 23h e, se tiver a supervisão de um adulto, o intercambista pode viajar ou dormir fora do colégio.

7 – Dependendo da extensão do curso vai haver uma perda acadêmica

Esse é um dos temas dos quais as agências mais fogem ao falar de intercâmbio. Pais que querem que os filhos comecem logo a vida universitária se arrepiam ao saber que o aluno pode ter que repetir de ano no Brasil ou ter que fazer um período de cursinho antes dos exames de admissão nas faculdades.

Mas a verdade é que há sim um descompasso entre o que o aluno aprendeu lá fora e o que estudava aqui.

É preciso conversar com a direção da escola atual do adolescente para saber quais as exigências mínimas para que ele seja aceito na volta e o período tolerável para o intercâmbio.

Existem programas de um mês a quatro anos de duração. Tudo vai depender dos objetivos de cada um.

A maior parte dos colégios readmite o estudante na mesma turma em que estava no Brasil quando o intercâmbio é de apenas um semestre, mas cada um tem seus padrões.

A validação do diploma é outro tema que precisa ser avaliado com calma. Algumas instituições estrangeiras não dão diplomas para intercambistas. As secretarias estaduais de Educação podem conceder a conclusão do ensino médio para alunos que fizerem o último ano letivo no exterior, mas exigem um número de horas de aula e matérias específicas que têm que ser cursadas.

A questão é entender que, ainda que o intercâmbio atrase um possível início da faculdade, o que ele traz para os alunos é incalculável, como fiz Fernando Passos:

O que é mais importante? Passar no Enem com 17 anos ou escolher melhor a profissão, ter uma vivência que o transforme numa pessoa mais forte, aprender a conviver melhor com as diferenças?”

Por isso mesmo, muitas empresas levam em conta o período fora do Brasil na hora de selecionar candidatos. O mercado de trabalho está cheio de profissionais com alta qualificação acadêmica, mas baixa inteligência emocional.

Júlia Alvarenga, que também morou na Bélgica, diz que conseguiu voltar para a mesma turma, só que passou aperto para manter as médias e acompanhar as matérias no retorno. Apesar disso, ela conta que só depois do intercâmbio teve clareza da profissão que quer seguir.

Não me arrependo de jeito nenhum.”

Júlia Alvarenga no meio da Grand Place em Brugges Blog Vem Por Aqui

8 – É caro, mas…

Um intercâmbio de um ano, com bolsa, nos Estados Unidos custa cerca de US$ 8 mil. Sem a bolsa o valor pode chegar a US$ 30 mil. Em países da Europa ou da América do Sul, os preços são mais baixos.

Num lugar como o Brasil, onde o salário mínimo é de menos de US$ 300, não dá para dizer que é barato fazer intercâmbio, mas é só pôr no papel os gastos mensais com um adolescente de classe média para entender que não custa tanto assim. Escola, plano de saúde, acomodação e alimentação estão incluídos no valor geral.

E não é aconselhável que os pais enviem muito dinheiro para os filhos gastarem, além do necessário para pequenas despesas com entretenimento, transporte e produtos de uso pessoal. A ideia é que eles não fiquem muito distantes da realidade das famílias com quem estão vivendo e que tenham a experiência de administrar o próprio dinheiro.

Um bom parâmetro, geralmente, é o valor correspondente a 300 moedas locais (ou seja, US$ 300 ou € 300) por mês.

Na primeira viagem sozinho, Tiago Batista passou aperto. Fez algumas compras por impulso e teve que restringir a alimentação.

É uma educação financeira, você tem que aprender a lidar com os gastos.”

Mariana Miarelli deu sorte de ficar na casa de um empresário neozelandês muito bem-sucedido. Mesmo com uma família rica, aprendeu bastante. Eles não tinham empregada e eram muito conscientes com o uso do dinheiro. A convivência com colegas de situações diferentes também ajudou muito.

Eu conheci outros padrões de vida, porque aqui, em BH, com essa desigualdade, eu só convivia com pessoas da classe mais alta, gente que gasta demais, só quer camarote em boate. Lá, eu namorei um neozelandês que trabalhava para sustentar a própria casa. E isso era completamente normal. Eu passei a dar mais valor para a condição financeira que eu tenho e que as pessoas ao meu redor têm e entender que isso é muito fora do comum.”

9 – Pais não podem ir junto

A ideia é que o intercâmbio seja uma experiência de independência e amadurecimento, ainda assim, muitos pais querem segurar a mão dos filhos até o último momento. Os programas, no entanto, não permitem que pais levem intercambistas até as casas onde vão ficar. Assim, eles não vão tentar blindar os filhos antecipadamente e nem fazer julgamentos precipitados, baseados numa primeira impressão.

Quem quiser encontrar com as crias no exterior, vai ter que segurar a ansiedade para o fim da viagem, quando poderão buscar os filhos.

10 – Vai haver choque cultural

Mesmo quem lê e se prepara, pode ter um susto inicial ao vivenciar algumas situações. Sejam restrições sobre banho ou hábitos diferentes, como jantar e dormir mais cedo.

Elisa Assis viveu em Eastbourne, na Inglaterra, e não gostava de trocar refeições de verdade por sanduíches.

O almoço faz muita falta pra gente que está acostumado.”

Elisa diante debruçada na mureta diante do Tâmisa com o Big Ben ao fundo, em Londres Blog Vem Por Aqui

Para evitar esses problemas, Central do Estudante conta com o apoio de uma psicóloga e ex-intercambistas ao fazer a preparação dos candidatos. Consulte a página da agência para saber mais sobre os programas e os países para onde são oferecidos intercâmbio.

Amadurecimento

Veja os depoimentos dos intercambistas entrevistados neste post sobre o saldo da experiência que tiveram morando e estudando fora e alguns conselhos para quem quer fazer intercâmbio:

“Eu acho que eu voltei bem diferente. Tem algumas coisas que me incomodavam antes no Brasil que, agora, não é que eu me acostumei, mas eu vi que não eram tão importantes.”

Camila Gonzaga, morou nos Estados Unidos

“A gente cresce muito, fica com a cabeça mais aberta, aceita melhor a diferença dos outros, aprende a não reclamar.”

Clara Bucater, morou na Bélgica

“Você vai ficar com medo mesmo, de chegar na casa de uma família que você não conhece, não fala sua língua, mas é importante para você se conhecer, sair da concha e dar uma amadurecida. Você tem que ir com o coração aberto. Se você for com muito medo, começar a julgar demais, não dá. Tem que tentar entrar de cabeça, tentar fazer parte dos hábitos deles.”

Elisa Assis, morou na Inglaterra

“No início você sente que está invadindo a casa dos outros, fica meio sem lugar, mas acaba que, com a intimidade, tudo se ajeita.”

Júlia Alvarenga, morou na Bélgica

“Eu já estava passando por uma fase em que estava querendo me voltar um pouco mais para mim mesma e o intercâmbio acabou me trazendo mais autoconfiança. Você percebe que pessoas que você nem conhece acabam gostando de você, que você faz amizades, isso foi muito bom para mim.”

Júlia Janotti, morou na França

“Você não pode querer que eles se adequem a você, você é que tem que se adequar a eles. Valeu a pena demais, até penso em voltar, fazer faculdade, trabalhar por alguns anos…”

Lino Maldonado, morou na Alemanha

Mosaico com fotos dos estudantes que deram depoimento para a matéria sobre 10 Coisas que Ninguém te Conta sobre Intercâmbio Blog Vem Por Aqui

 “Eu acho que quando você vai para qualquer lugar, seja para casa de família ou para escola, você tem que ter duas coisas na sua cabeça. Primeiro: não vai ser igual à sua casa. O lugar é diferente, a sua rotina vai ser diferente, não tem como você querer viver o que você vivia na sua casa num lugar novo. Segunda coisa: não queira viver em dois lugares ao mesmo tempo. Vai de peito aberto, aproveite as oportunidades. Não esquece de casa, mas não queira viver num lugar em que você não está.”

Maria Vitória Mourão, está morando na Suíça

 “Não vá querendo ‘aparecer.’ Estude o terreno, observe mais, tenha mais calma, assim você evita situações constrangedoras.”

Mariana Miarelli, morou na Nova Zelândia

“Você volta outra pessoa, com outra visão de mundo, outra maneira de encarar as coisas. Eu cresci bastante durante o intercâmbio.”

Tiago Batista, morou na Irlanda

“Eu espero que eu tenha amadurecido, eu acho que fiquei mais tolerante.”

Tomás Ayres, morou na Austrália

 Em breve, vamos falar mais sobre histórias de intercâmbio e cursos de idioma no exterior. Enquanto isso, tire as suas dúvidas com os consultores da Central do Estudante. Para marcar uma visita ligue para: (31) 3232-3232. Se você não está em Belo Horizonte, escreva para: contato@centraldoestudante.com.br.

A agência atende clientes no Brasil inteiro e envia mais de 100 intercambistas de High School para o exterior todo ano. A diretora acadêmica da Central, Carla Amaral, supervisiona pessoalmente os programas e está em contato com os parceiros no exterior o tempo todo.

Compartilhe

Comentários

  1. Isabel Lima disse:

    Gostaria de saber algumas indicações de agências de intercâmbio…

    1. Érika Gimenes disse:

      Oi Isabel,
      No momento estamos trabalhando em parceria com a Central do Estudante. Eles atendem no Brasil inteiro e têm 20 anos de experiência na área. O e-mail é: contato@centraldoestudante.com.br e o telefone é (31) 3232-3232

  2. gabriella disse:

    De graça podemos ter o direito de ser o quisermos o tempo todo. O moleque pobre vira revoltado porque não tem nada. Mas quando compra seu carirnho velho e percebe que tem de procurar a polícia quando alguém bate, rouba o bendito, muda de postura. Temos toda uma geração de meninas de dez anos que querem fazer intercâmbio, mas não temos uma geração de pais de meninas que possam bancar este intercâmbio. (em tempo: eu pessoalmente acho meu neném muito inteligente, mas não passa disso, não quero de modo algum encher o saco do pessoal com as razias de moleque no futuro eu hein)

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *