Foto: Rusty Pelican
Na minhaAmérica
11/11/2016 | Nenhum comentário

Lugares para comer em Miami

Eu era muito enjoada para comer até o fim da adolescência. Não experimentava pratos novos e conservava sérias restrições em relação a um monte de alimentos. Como meus pais tinham quatro filhos e salários contados, as oportunidades de frequentar restaurantes foram raras.

Adulta, comecei a procurar novos sabores. A frescuriti não acabou por completo, mas me permiti provar muitas coisas desconhecidas, ganhei uns bons quilos (rs!) e passei a valorizar o momento gastronômico dos fins de semana e das viagens.

Em Miami não estava de férias, faltou tempo e orçamento para explorar muitos lugares. Mesmo assim, deu pra fazer alguns testes e colher dicas com minha melhor amiga querida e xará, Érika Schunk (que se mudou recentemente para a Flórida), para passar boas opções pra vocês:

Cafés 

Esse misto de padaria e bistrô fica um pouco escondido em Brickell, atrás de um dos prédios comerciais enormes da Brickell Avenue, mas, perguntando por ali, todo mundo conhece. Além de estar pertinho de uma estação de metromover, a Eigh Street Station.

Área interna do Bachour Bakery + Bistrô com lustres grades e em tamanhos diferentes pendendo do teto, mais mesas e cadeiras Blog Vem Por Aqui

Um dos sócios é o chef porto-riquenho Antonio Bachour que já escreveu três livros de culinária e foi semifinalista do maior prêmio de gastronomia dos Estados Unidos, o James Beard. O outro sócio é o peruano Henry Hané, que já passou por restaurantes estrelados na Inglaterra, Espanha, Cingapura e Tailândia.

A decoração é delicada, com um toque industrial. Pé direito altíssimo, cimento queimado, tubulação de energia aparente…

Cozinha aberta do Bachour, com cliente esperando de costas Blog Vem Por Aqui

A cozinha aberta vira tentação. Não bastasse a vitrine, você ainda vê e sente o cheiro de croissants e pães deliciosos sendo feitos e assados na hora.

Vitrine do Bachou com croissants, folhados e bolos, mas já meio vazia Blog Vem Por Aqui

Vitrine já meio vazia, mas com produtos fresquinhos.

Como cheguei lá no fim da tarde, só vi as opções de almoço no cardápio.

Aproveitei um dos drinks da happy hour e tomei um Bellini de morango (US$ 6) com um croissant de presunto e queijo (US$ 5).
Mesa com talhares, prato com croissant de presunto e queijo e, ao fundo, uma taça com Bellini de morango Blog Vem Por Aqui

É bem comum em Miami chamarem de bakery (padaria) esses cafés que fazem seus próprios produtos de patiserrie, mas não vi nenhuma dona Maria entrando neles pra comprar o pãozinho da tarde ou do café da manhã do dia seguinte. Em compensação, é muito comum servirem almoço e foi assim que a minha amiga foi parar no Chocolate Fashion, pertinho do escritório em que ela trabalha, numa das unidades de Coral Gables (eles estão na Andalusia, Alhambra e ainda em South Beach).

Na página principal do site sempre tem o menu. Os preços variam de US$ 6,95 (uma sopa) a US$ 15,95 (costela com salada e purê de batatas).

Bomba de chocolate e tortinha de chocolate do Chocolate Fashion Blog Vem Por Aqui

A Érika achou caro (para o almoço nosso de cada dia) os US$ 13 que pagou nas saladas, mas os doces que ela trouxe pra casa, valiam cada centavo.

Já falei um pouco do Le Marché neste post sobre o apart em que a gente ficou hospedado em Brickell.

Área interna do Le Marché Café com balcão, mesas e sofá ao fundo Blog Vem Por Aqui

O lugar não é muito grande, mas tem um ambiente bem agradável para quem quer uns minutinhos de descanso ou precisa trabalhar fora do escritório e de casa.  

Balcão com produtos do Le Marché Café, sanduíches no meio, tortinhas em cima, salada de fruta e salada salgada embaixo Blog Vem Por Aqui

Há duas opções diárias de almoço e croissants e pãezinhos que têm uma carinha tentadora.

Desse outro eu falei ainda mais no post sobre Wynwood. É que o Mr.Block me salvou quando estava quase desfalecendo sob o sol e procurando um ponto para dar uma pausa antes de explorar a confluência de muros grafitados da Wynwood Walls.

Balcão do Mister Block cheio de bandejas com produtos em cima Blog Vem por Aqui

Ele fica no fim de uma galeria, com um quintalzinho muito agradável.

Garrafa de cerveja La Rubia com balcão do café ao fundo Blog Vem Por Aqui

Na geladeira há boas cervejas produzidas ali mesmo, em Wynwood, como a La Rubia e outras americanas, como essa que eu conheço pouco e já considero pacas, Blue Moon.

Propaganda da cerveja Blue Moon com caixa de seis ao fundo e uma garrafa um pouco a frente na lateral Blog Vem Por Aqui

O café da Ponce de Leon, em Coral Gables, já foi alvo de uma disputa entre vizinhos quando instalou uma janela de serviço rápido (walk-up service) para  quem passa a pé.

Janela para atendimento de pedestres do Tinta y Café e porta lateral de entrada Blog Vem Por Aqui

A ideia era também ter umas mesinhas do lado de fora, só que eu acho que rolou um pouco de preconceito dos moradores com o local, que é cubano. Pensaram que ia virar logo uma esbórnia. Basta conhecer o interior do Tinta pra ver que o clima não é de fiesta e sim de sossego e tranquilidade.

Há poltronas confortáveis, livros, e a entrada é feita pela lateral da casa. As empanadas são razoáveis (fora a de espinafre que é horrível…) e eles também servem os indefectíveis croissants.

Sanduíche cubano do Tinta e Café no pão de sal com carne e molhos Blog Vem Por Aqui

Fiquei curiosa para provar o sanduíche cubano e outras opções mais substanciosas do cardápio.

O Treefold se orgulha da sua relação com produtores locais, de estar na lista dos dez melhores pratos de 2015 do Miami Herald e cobra de acordo.

A Érika tomou um café da manhã com a família quando estava passeando perto da Miracle Mile (parte da Coral Way, em Coral Gables, que reúne uma série de lojas e restaurantes descolados).

Dois ovos mexidos, uma torrada, um prato de panquecas, 3 fatias de um bolo de banana, dois sucos industrializados e um cappuccino saíram por US$ 50.

Prato com panquecas e frutas picadas e potinho com mapple syrup Blog Vem Por Aqui

Se o valor acima não te disse nada, é um lugar bem legal para ir com crianças. Eles têm um monte de livrinhos e outros artigos para distrair os pequenos.

Lanchonetes

Nem só de lugares caros é feita a Miracle. Adorei conhecer essa rede que é um misto de lanchonete e padaria.

Interior de uma unidade da Panera com pessoas na frente do balcão e prateleiras com pães ao fundo Blog Vem Por Aqui

Pedimos dois sanduíches quentes deliciosos. O meu foi o Frontega Chicken Panini (US$ 7,69), focaccia crocante, frango defumado e queijo derretido!!!

Prato com pacote de batatas fritas e sanduíche partido em duas metades de pão tostado Blog Vem Por Aqui

Os sucos que escolhemos não eram lá essas coisas. A limonada saborizada com morango tinha gosto de desinfetante.

No site da rede você pode fazer seu pedido antecipado tanto para viagem, quando para já estar pronto quando chegar à loja. Eles também fazem delivery.

Outra boa dica da Érika é o Pura Vida, em South Beach, que se chama de health food café e diz que tem um welness bar, mas é, basicamente, uma dessas casas de suco/lanchonete natural que a gente vê tanto por aqui.

Especializado em produtos orgânicos, o Pura Vida tem açaí, sucos naturais, saladas e várias combinações de sanduíches.

Mesa cheia de pratos com muitas frutas e verduras. Dois de açaí com frutas, copo de suco verde, dois bowls maiores com salada com um pedaço de salmão e prato com sanduíche Blog Vem Por Aqui

“Tudo bem saudável e saboroso”, segundo ela.

Como está no começo da Washington Avenue, é uma boa opção pra quem está voltando da praia ou do South Pointe Parke.

Não tinha comido nenhum hambúrguer nos Estados Unidos até o meu último dia por lá e resolvi provar a especialidade da terra do tio Sam numa das melhores redes. O Shake Shack nasceu como carrocinha de cachorro quente em Nova Iorque e hoje tem uma cara descolada de lugarzinho mais ‘gourmet’.

Área interna de uma unidade da Shake Shack com pessoas sentadas na mesa, parede com cardápio e plantas pendendo do teto Blog Vem Por Aqui

São duas lojas em Miami. Uma em Coral Gables e outra em Miami Beach, coladinha com a Lincoln Road (rua ótima para quem quer fazer compras).

Pedi um sanduíche pequeno bem básico, com bacon crocante e um cheddar cremoso que parecia mesmo mais artesanal. Me arrependi porque estava bem gostoso…Ele não está no menu tradicional, porque é lançamento. A versão single ficou em US$ 6,89. Os demais sanduíches do cardápio, variam de US$ 4,29 a US$ 9,59.

Cerveja em copo de plástico ao lado de sanduíche num envelope de papel, pão, carne de hambúrguer, bacon e queijo derretido aparentes Blog Vem Por Aqui

Aproveitei para provar outra cerveja de produção local, que não me lembro o nome, mas sei que custou US$ 5 e não era lá essas coisas. Sempre têm duas opções sazonais.

Restaurantes

O Crust foi tema da #vemporaquiindica, hasthag de todo sábado, no Instagram do blog (@vemporaqui), em que eu indico lugares bons para comer, beber e se divertir.

Esse restaurante italiano, para mim, é a perfeita fusão da cozinha da mama com o American Way of Life. As inspirações são claramente mediterrâneas, mas a execução e as porções têm aquele ‘quê’ over americano, o que não deixa de ser uma delícia.

Fachada do Crust com parede de madeira pinta de branco na lateral e porta dupla de vidro no meio. Em cima a placa com nome do restaurante e a logo de um cortador de pizza em preto. Blog Vem Por Aqui

Pedimos duas vezes pratos para viagem e sempre foi mais do que o necessário para três pessoas e um pequeno de 3 anos. Na primeira provamos um linguini com as almôdegas clássicas da casa (US$ 18,95) que são uma mistura de carne de boi com peru. Também aproveitamos para comer uma pizza média de cogumelos (US$ 18,95) e adoramos tudo. O espaguete ou a pizza sozinhos seriam suficientes.

Na segunda prova, pedimos um Shrimp Parmesan (US$ 20,95) que tinha camarões bem grandes empanados e penne com molho marinara. Completamos com atum grelhado com legumes (US$ 20,95) e ainda levamos uns pãezinhos de alho (US$ 4,95 a porção com seis) que ficam enchendo o restaurante com seu cheiro maravilhoso.

Prato com cinco pãezinhos de alho, cheios de queijo parmesão em cima Blog Vem Por Aqui

Os deliciosos Garlic Rolls

Adorei tudo, mas o marido da minha amiga (Oi, Patrick!) tem algumas restrições a excesso de gordura e ficou meio chocado com a pincelada gorda de manteiga, além da mão cheia de queijo, que o cozinheiro dispensou sobre os pãezinhos.

No pouco tempo em que estive na casa, que tem um salão pequeno e aconchegante, pude notar o serviço gentilíssimo. Dos garçons a hostess, todo mundo muito atencioso.

Esse restaurante peruano é bem familiar e está um pouco perdido no tempo em termos de decoração. O cardápio é leve como a culinária do nosso país vizinho.

Lateral da fachada do restaurante Farolito com toldo amarelo e o nome do restaurante em verde, vitrine de vidro e parede de tijolinho vermelho Blog Vem Por Aqui

A fome era tanta que só tirei foto de um dos pratos e justo o que não estava tão bom. O polvo com molho de azeitona chegou torrado demais à mesa.

Prato com uma folha de alface, molho de azeitona e pedaços de polvo meio torrados Blog Vem Por Aqui

Já o nosso camarão com molho verde estava uma delícia!

Não lembro (nem anotei) o preço de cada um, mas sei que custavam menos de US$ 20 e vinham com um acompanhamento.

O Graziano´s também foi alvo da #vemporaquiindica e foi o primeiro restaurante que provei nesse retorno à Miami.

Adorei a unidade em que eu fui, em Coral Gables. É um misto de mercearia com restaurante. Tem uma boa variedade de vinhos, padaria, frutas e legumes frescos, carne de primeira (afinal o dono é argentino) e oferece uma boa variedade de pratos.

Foto interna do Graziano´s com mesas e parede de vinhos ao fundo Blog Vem Por Aqui

A média para uma refeição é de US$ 20, mas eles têm algumas promoções e fazem combos na happy hour tipo duas empanadas e uma bebida por X.

Apesar de se autointitularem café, acho que o Green Gables, em Coral Gables, está mais para um restaurante especializado em saladas e pratos naturais.

Salada com vegetais, nozes e morangos e potinho de molho no fundo do prato Blog Vem Por Aqui

Foi a Érika, novamente, que provou, numa de suas incursões pela região em que trabalha. Ela amou a variedade e a qualidade dos pratos. Naturais sim, mas longe de serem sem graça.

“É orgânico, mas tudo com muito sabor, muito bem temperado.”

O Joe´s é daqueles restaurantes bem tradicionaizões. Ambiente suntuoso, com uma varandinha mais descontraída, e anos de fama pelos caranguejos que serve.

Fui lá num daqueles momentos ‘eu mereço’. Não que ele seja o suprassumo da sofisticação ou que tenha estrelas Michelin, mas com o meu orçamento restrito, estava além do esperado.

O serviço foi muito agradável e eficiente. Como sou louca com pães, gamei no couvert, uma cestinha com várias opções quentinhas e manteiga para derreter em cima de cada um.

Travessa de metal com pães do couvert em cima da mesa xadrez e ao lado do cardápio com o nome do restaurante na capa Blog Vem Por Aqui

Na escolha do prato, não fui muito esperta. Deveria ter ficado com a especialidade da casa, caranguejos.

Prato cheio de patas de caranguejo Blog Vem Por Aqui

Só que o ser humano meio bicho do mato prefere evitar a lambança de abrir os bichinhos num restaurante arrumado. Duro foi fazer o meu pedido e depois assistir aos caranguejos chegando nas mesas vizinhas com cascas devidamente partidas. Era só retirar e se deliciar.

Acabei optando por um dos baskets que era uma friturada danada. Um New England Seafood Fry (sim, eu sei que fry é frito…) com vierias, camarões, peixe e sei lá mais o quê empanados. Tinha batatas fritas e salada de repolho de acompanhamento e saia por US$ 17,95.

Cesta de metal com baldinho cheio de batata frita, um limão, potinho menor de metal com salada de repolho e uma caixa de papelão com frutos do mar empanados e fritos Blog Vem Por Aqui

As primeiras unidades ainda estavam gostosas, depois, fica tão heavy metal que me acabei na salada de repolho. Quem me conhece pode imaginar o que isso significa…Só consumo vegetais e legumes por pura obrigação e necessidade.

Também pedi um vinho que me permitiu ver de perto os americanos sendo americanos. O garçom me trouxe uma taça cheia até o topo, acompanhada de um copo com gelo e o aviso de que estava quente.

Taça de vinho quase cheia, em cima da mesa com toalha xadrez, com copo de água ao fundo e de gelo do lado esquerdo Blog Vem Por Aqui

Taça de vinho depois que eu já tinha tomado uns bons goles e copo com gelo intocado ao lado

Realmente não parecia muito refrigerado, mas daí a botar gelo no vinho, vai uma loooonga distância.

Tenho uma história engraçada com o Rusty Pelican. Esse é outro restaurante bem tradicional na região. Fica em Key Biscaine e ia ser um dos meus pontos de parada na lua de mel, em 2011. Essa minha mania de almoçar tarde nos fins de semana me fez perder a oportunidade (a foto eu não ia deixar passar, rs!).

Érika de vestido preto, bolsa caramelo e óculos escuros, encostada numa cerca com fios de metal com o mar e os barcos ao fundo Blog Vem Por AquiFot

Perdi o almoço, mas não perdi a paisagem…

Cheguei por volta de 15h30, numa época em que a cozinha fechava. Hoje, eles ficam abertos de 11h às 23h.

Foi o jantar de despedida com meus queridos amigos e a vista mais linda de Miami.

Mar com prédios iluminados ao fundo, vistos do Rusty Pelican Blog Vem Por Aqui

No entanto, demos dois azares por lá. Estava chovendo quando chegamos e abrimos mão da mesa do lado de fora que tinha sido reservada.

Área externa do Rusty Pelican perto do mar com mesas dos dois lados e varais de luzinhas no alto Blog Vem Por Aqui

Na hora de ir embora, já sem chuva, fomos ver o que perdemos do lado de fora…

Depois que sentamos, um grupo enorme ficou do nosso lado. O barulho não incomodou muito, mas o serviço estava bem lento.

Provamos uma torta de caranguejo de entrada (US$ 17,00), um salmon roll (US$ 14), um filé de linguado com crosta de sementes de girassol (US$ 37,00) e mexilhões ao molho de vinho branco (US$ 16,00).

Mosaico com trio de pratos pedidos no Rusty Pelican, salmon rolls, filé de linguado e marisco com torradas em cima Blog Vem Por Aqui

Ainda aproveitei para conhecer outra cerveja local, a Key West (US$ 8) que, infelizmente, chegou morna à mesa.

Taça com cerveja e garrafa de cerveja Key West ao lado Blog Vem Por Aqui

Também pedimos um prato infantil para o pequeno: macarrão à bolonhesa, com um onipresente purê de batata que acompanha todos os pratos da garotada.

Gabriel, de 3 anos, com pacote de giz de cera na mão, olhando para o lado. Na frente, travessas com macarrão de purê de batata Blog Vem Por Aqui

Comida, giz de cera e caderninho para colorir, o Biel nem esperava tanto 🙂

O preço é para lá de justo, US$ 9 com direito a picolé e uma bebida. Além disso, o próprio menu kids é um livrinho de colorir que vem com giz de cera.

Essa rede de comida oriental também tem ambiente favorável para crianças, oferecendo lápis e papel para colorir e cardápio especial.Jogo americano de papel com cardápio para crianças e, ao lado, desenhos para colori com os gizes de cera que estão sobre ele Blog Vem Por Aqui

O Bubble Tea (bebida que é um misto de chá com leite ou suco de frutas e bolinhas de tapioca, tipo um sagu gigante) também faz sucesso com os pequenos.

Os combos têm preços muito bons e, além das seis unidades próprias espalhadas por Miami, eles ainda estão dentro das lojas do Whole Foods, supermercado com conceito mais orgânico, que trabalha com produtores locais.

Pedi um Sushi Special Lunch (US$ 12) com seis nigiris bem grandinhos e um roll de oito pedaços. De entrada, ainda vinha uma salada ou missô.

Prato com seis nigiris variados e roll cortado em oito pedaços Blog Vem Por Aqui

O Pad Thai (US$ 11,5), espécie de macarrão oriental com frango, brotos e amendoim, era uma delícia e beeem farto.

Prato com pad thai (macarrão oriental), brotos de feijão e limões na parte superior Blog Vem Por Aqui

Quem não fica feliz de barriga cheia?

No sentido horário: Patrick Tokarski, Érika Gimenes, Érika Schunk e Gabriel. Todos com comida e bebidas no centro da mesa Blog Vem Por Aqui

Patrick, as Érikas (Gimenes e Schunk), Biel e os vestígios do dia…

Lembretes importantes

– Ao entrar, não vá sentando na primeira mesa vazia. Informe ao garçom ou maitrê sobre quantos lugares você precisa e espere para ser acomodado.

– A maior parte dos empreendimentos serve água gratuita e repõe sem que você precise pedir, mas lembre-se que a água da pia é potável nos Estados Unidos e é dela que vem essa cortesia.

– A gorjeta até pode ser opcional, mas é uma tradição extremamente instituída entre os americanos. Ninguém com um mínimo de educação dá menos de 15% (a não ser em casos excepcionais de problemas graves no atendimento). A menor porcentagem a ser deixada seria de 13% e já deixaria claro que você não foi muito bem atendido, 18% são bem-vindos quando você é bem tratado.

– Como disse nesse post aqui, sobre transporte em Miami, muitas casas têm serviços carinhos de valet, mas também oferecem uma área de self-park. Consulte nos sites ou pergunte quando chegar.

– Uma boa prática dos restaurantes americanos é sempre colocar o menu com preço na internet. É raro encontrar um que não têm.

– Para os mais concorridos ou com lugares privilegiados, como o Rusty Pelican, não deixe de reservar e especificar suas exigências. O Open Table é uma alternativa para quem prefere fazer a reserva online.

– Quando você não sabe para onde ir, o Yelp quebra o galho. Além de indicar as opções mais próximas ou as características que você quer, ele tem avaliações dos usuários que servem de guia para pontos desconhecidos.

– Tá indo pra Orlando? O VPA indicou alguns lugares para comer por lá. Veja aqui.

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